A proposta tem o objetivo de facilitar o acesso às informações de cada paciente



O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos) é autor do projeto de lei nº 1834/2021 que cria a Carteira Distrital de Vacinação Digital. A ideia é que as informações de todas as vacinas aplicadas no paciente sejam registradas e disponibilizadas para consulta em uma plataforma digital.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI), instituído pela Lei nº 6.259, é uma política pública de sucesso, considerado o maior programa público de vacinação do mundo. Sua conformação foi decisiva para erradicar várias doenças endêmicas no País, como a poliomielite e o sarampo – que agora voltou a grassar no território nacional – e promover o controle de outras doenças de grande impacto sanitário.

A proposta de Delmasso tem o objetivo de facilitar o acesso às informações de cada paciente. Atualmente, a comprovação das vacinas aplicadas é dada através de um atestado de vacinação (AV), emitido pelos serviços públicos de saúde ou por médicos no exercício de atividades privadas. O AV é fornecido por escrito aos pacientes, em papel, sendo afixado no cartão de vacinação.

Contudo, esse tipo de comprovação está obsoleto, levando em conta os avanços tecnológicos e o uso intensivo de ferramentas de comunicação digital no cotidiano das pessoas. E também, é comum que o cartão de vacinação acabe sendo extraviado, de modo que a anotação das vacinas recebidas é perdida.

"Nosso sistema de saúde tem passado por atualizações e melhorias, precisamos acompanhar esse avanço em todas as áreas, por isso propomos o digital de vacinação", disse Delmasso.



Novo Ouvidor Geral assume cargo e se compromete em humanizar os atendimentos. Prezar pelo trabalho em parceria, mostrar mais transparência no serviço e humanizar a prática dos atendimentos estão entre as novas metas de Luiz Henrique Ferreira, novo Ouvidor Geral do Município de Valparaíso de Goiás

 

A presença da participação da Ouvidoria nos Conselhos Comunitários é outro ponto importante dessa gestão, destacou Ferreira. De acordo com o ouvidor, o objetivo do órgão é garantir os direitos do cidadão. "Em breve iniciarei uma visita aos conselhos para manter esse contato, essa parceria", frisou.

O ouvidor afirmou, ainda, que durante a sua gestão, os atendimentos serão mais humanizados. "São usuários que chegam chateados por algum mau atendimento nos serviços públicos da cidade e quando procuram pela Ouvidoria precisam ser olhados com mais sensibilidade", reforçou.

Luiz Henrique concluiu ressaltando que vai conduzir o órgão com base no diálogo e declarou que pretende selar parcerias com outras ouvidorias municipais goianas, além da Ouvidoria do Estado do Goiás, do Distrito Federal e do Governo Federal, tendo em vista a buscar e a troca de experiências.

 Perfil
Luiz Henrique Ferreira, natural de Belo Horizonte, é jornalista e professor de Língua Portuguesa. O novo Ouvidor ainda é Pós-graduado em Filosofia, Sociologia e em Gestão Escolar.

 Antes da Ouvidoria, atuou nas Coordenações do Centro Pop e do Serviço de Convivência da Criança e do Adolescente (SCFV), ambos os programas vinculados à Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Valparaíso. Também foi professor em escolas públicas e particulares e jornalista em órgãos públicos, empresas privadas e associações.

 Saiba mais
A Ouvidoria Geral de Valparaíso de Goiás recebe solicitações, denúncias, reclamações, elogios ou sugestões da sociedade sobre a prestação dos serviços públicos. Ela fica localizada na Av. Comercial Sul, Área Verde, n° 03, no bairro Cidade Jardins.

O horário de funcionamento é de Segunda a Sexta das 8h às 17h, mas excepcionalmente por causa da pandemia o horário foi reduzido com atendimento só pelo período da manhã das 8h às 12h.

O contato por telefone é pelo número: (61) 3627-9595/0809 e por e-mail no endereço: ouvidoria@valparaisodegoias.go.gov.br.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Governo da cidade de Valparaíso e fotos da Ouvidoria Geral do Município.

Cerca de 780 milhões de vacinas foram administradas globalmente. É muito pouco, perto de bilhões de pessoas que ainda precisam ser imunizadas. Até o momento chegamos próximo a 10% da população mundial vacinados. Governos mundiais devem se empenhar mais para suprir a necessidade de imunização, para diminuir as milhares de mortes por todo o mundo, e impossibilitar o desenvolvimento de novas variantes.

Confusão e negligência no combate à Covid-19 fazem com que a pandemia esteja longe de terminar, mas a situação pode ser controlada em meses com a adoção de medidas de saúde pública comprovadas, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta segunda-feira (12).

Até agora, cerca de 780 milhões de vacinas foram administradas globalmente, mas medidas como o uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico precisam ser aplicadas para reverter a trajetória da pandemia.

"Nós também queremos ver sociedades e economias reabrindo, e viagens e comércio recomeçando", disse Tedros em uma coletiva de imprensa. "Mas, neste momento, unidades de tratamento intensivo de muitos países estão sobrecarregadas e pessoas estão morrendo -- e isto é totalmente evitável", acrescentou.

"A pandemia de Covid-19 está muito longe de terminar. Mas temos muitos motivos para otimismo. O declínio de casos e mortes durante os dois primeiros meses do ano mostra que este vírus e suas variantes podem ser detidos", acrescentou.

Segundo ele, a transmissão está sendo impulsionada pela "confusão, negligência e inconstância nas medidas de saúde pública".

A Índia superou o Brasil e se tornou a nação com o segundo número mais alto de infecções pelo novo coronavírus do mundo, só ficando atrás dos Estados Unidos, agora que enfrenta uma segunda onda gigantesca, tendo dado cerca de 105 milhões de doses de vacina para uma população de 1,4 bilhão de habitantes.

FONTEAGENCIABRASIL.EBC.COM.BR

 

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Com previsão de gerar 300 empregos, ampliação da oferta de vagas trará mais comodidade ao cidadão, zerando as filas

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: CHICO NETO

Mudança vai eliminar necessidade de agendamento, pois haverá mais postos disponíveis para vistoria| Foto: Divulgação/Detran

“Vamos descentralizar a vistoria de veículos e trazer maior facilidade para o usuário, segurança para todos e o melhor: sem custo adicional”Zélio Maia, diretor-geral do Detran

A partir do dia 26 deste mês, estará aberto, pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran), o credenciamento de empresas interessadas em oferecer o serviço de inspeção veicular. A medida visa ampliar o atendimento e aumentar a oferta de vagas para dar conta da demanda. As regras para se credenciar estão definidas na Instrução nº 230, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (12).

Apesar dos esforços da atual gestão, remanejando servidores de outras áreas para atuar no setor de vistorias e ampliando o horário de atendimento, o tempo de espera do cidadão pela realização do serviço tem sido cada vez maior.

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020, o tempo médio entre o agendamento até a realização da vistoria era de 44 dias. Já nos dois últimos meses de 2020, o intervalo aumentou para 76 dias. Os proprietários que fizeram o agendamento de vistoria em dezembro chegaram a esperar até 95 dias para a realização do serviço.

De acordo com o diretor-geral do Detran, Zélio Maia, o credenciamento foi a alternativa mais viável para ampliar as opções de atendimento. “Uma das minhas metas para o Detran sempre foi zerar as filas no atendimento”, destaca. “E, em continuidade a esse projeto, vamos descentralizar a vistoria de veículos e trazer maior facilidade para o usuário, segurança para todos e o melhor: sem custo adicional”.

Sem agendamento

O valor cobrado para fazer a vistoria permanece o atual: R$ 126.  A vantagem é que agora não haverá mais necessidade de agendar o atendimento. Basta o proprietário escolher o posto de sua preferência e se dirigir ao local, portando os documentos necessários.

O Detran conta com apenas sete unidades que oferecem a vistoria veicular. A partir do credenciamento de empresas, a expectativa é que o serviço seja oferecido em, pelo menos, 30 postos. A previsão é que todos estejam montados em até 180 dias, atendendo em diversos pontos do Distrito Federal.

As empresas deverão oferecer, no mínimo, sete boxes para vistoria: seis boxes normais, com um deles adaptado para atendimento de pessoas com necessidades especiais, e um para veículos de grande porte. Os vistoriadores deverão apresentar certificados em cursos de capacitação e Certidão Negativa Criminal.

A vistoria é um procedimento obrigatório para a realização da transferência de propriedade do veículo, de mudança entre unidades da Federação e de serviços como alteração de característica e inclusão de gravame, entre outros.

Segurança

Cada empresa contratada deverá oferecer, no mínimo, sete boxes para vistoria

Para maior segurança e comprovação da vistoria realizada, as empresas deverão fotografar e filmar os procedimentos. Os laudos serão enviados para o Detran de forma eletrônica.

Os arquivos serão armazenados por cinco anos, e a guarda dos dados deverá cumprir todas as normas nacionais e internacionais, como armazenamento em sala-cofre, criptografia e biometria para acesso.

Redução de despesas

Com a descentralização desse serviço, gastos serão cortados. Um estudo feito pela direção-geral do Detran mostrou que, nos últimos três anos, os custos com a prestação do serviço de vistoria chegaram à média de R$ 100 milhões, incluindo despesas de pessoal e estruturas físicas, como água, energia e sistemas. A receita arrecadada, entretanto, chegava à casa dos R$ 90 milhões, não sendo suficiente para cobrir os custos necessários.

Criação de empregos

Com o credenciamento de empresas, a expectativa é que sejam criados em torno de 300 empregos diretos, o que vai fomentar a economia local. “Em tempos de pandemia, promover a ampliação do mercado de trabalho traz esperança para a população”, ressalta o diretor-geral do Detran.

Reforço na fiscalização

Com a transferência desse serviço para as empresas credenciadas, os 106 agentes que atualmente trabalham na vistoria vão reforçar o policiamento e a fiscalização de trânsito nas vias do Distrito Federal. “Eles são mão de obra especializada e competente de que precisamos muito para compor e fortalecer a atuação nas ruas”, afirma Zélio Maia.

Fiscalização segue intensificada no período de pandemia

O gestor lembra que, com a pandemia, o Detran tem sido muito demandado no controle de trânsito em situações específicas, como o controle do tráfego de veículos próximo aos pontos de vacinação contra a covid-19 e a Operação Toque de Recolher.

O órgão detecta a necessidade de intensificar a fiscalização, principalmente contra a embriaguez ao volante, a fim de evitar acidentes e não sobrecarregar o sistema de saúde, que está focado no atendimento aos casos de infecção pelo novo coronavírus. “Estamos investindo na fiscalização de trânsito”, informa Zélio Maia. “Adquirimos 123 novas viaturas para reforçar a segurança viária e aproximar o departamento da sociedade”.

*Com informações do Detran

FONTEAGENCIABRASILIA.DF.GOV.BR

 

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Nas últimas semanas, a polícia já havia percebido um lado frio de Monique Medeiros, acusada de atrapalhar as investigações sobre a morte do próprio filho

Na madrugada desta segunda-feira, 12, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 8 de março, precisou ser internada após passar mal na cadeia. Ela está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana, acusada de atrapalhar as investigações sobre a morte da criança e ameaçar testemunhas. Seu marido, o vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho, também foi preso.

De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap), Monique sentiu dores abdominais após urinar e solicitou atendimento médico. Ela foi encaminhada ao Hospital Penal Hamilton Agostinho, dentro do próprio Complexo Penitenciário de Gericinó.

Após ser diagnosticada com uma infecção urinária, a previsão é de que a mãe de Henry Borel siga internada por pelo menos três dias no local para acompanhamento e para receber a medicação recomendada.

Crédito: Reprodução / TV GloboMãe de Henry Borel é internada após passar mal na cadeia

Laudo da perícia concluiu que Henry Borel tinha 23 lesões pelo seu corpo e foi morto de forma violenta. O laudo da perícia descartou a possibilidade de um acidente doméstico, como queda. A versão de Monique e Jairinho é de que o menino caiu, algo que também já tinha sido desacreditado pela necrópsia.

Mãe de Henry Borel fez selfie quando foi prestar depoimento

Monique Medeiros Costa e Silva de Almeida, de 32 anos, mãe do menino Henry Borel, fez selfie com seu celular quando foi prestar depoimento na Polícia Civil do Rio de Janeiro, após a morte de seu filho.

Na foto, ela aparece relaxada, com os pés sobre uma cadeira, e ensaiando um leve sorriso ao lado de um homem. A imagem foi resgatada do celular de Monique, que está em poder da Justiça.

A imagem foi resgatada do celular de Monique Medeiros, que está em poder da polícia. 

Crédito: ReproduçãoMãe de Henry Borel fez selfie quando foi prestar depoimento

No dia do seu depoimento, a mãe de Henry fez uma selfie em que aparece relaxada, com os pés sobre uma cadeira, e ensaiando um leve sorriso ao lado de um homem.

Segundo apontou a polícia, as semanas seguintes após a morte de Henry Borel revelaram um lado frio da mãe do menino, suspeita de envolvimento no episódio.

Além da selfie na delegacia, a mãe de Henry, que é professora, após o enterro do filho foi a um salão de beleza no shopping Metropolitano, na Barra da Tijuca, próximo de onde mora. Monique fez as unhas das mãos, dos pés e escovou os cabelos gastando R$ 240.

Essa frieza também se manifestou, nesta quinta-feira, 8, quando Monique foi presa ao lado do namorado, o vereador Dr. Jairinho. A prisão preventiva foi determinada após a polícia constatar que o casal suspeito agiu para atrapalhar as investigações sobre a morte de Henry.

Segundo apuração da revista Época, desde o momento em que foi presa até o trajeto para a 16ª DP, na Barra da Tijuca, ela não chorou.

FONTECATRACALIVRE.COM.BR

 

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Dr. Jairinho está preso em Bangu 8 Foto: Guito Moreto - Rafael Nascimento de Souza

 

O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), será o responsável por julgar o pedido de habeas corpus para libertar o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho (sem partido), e sua namorada, a professora Monique Medeiros da Costa Almeida, mãe de Henry Borel Medeiros, morto aos 4 anos. O casal é acusado de envolvimento na morte da criança, no dia 8 de março. O sorteio eletrônico foi realizado na manhã desta segunda-feira, mas ainda não se sabe quando ele será julgado.

O advogado André França Barreto endereçou o pedido de soltura ao presidente do TJRJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira. No documento, França Barreto alega que os clientes "se encontram submetidos a manifesto constrangimento ilegal", e afirma que não havia necessidade de prendê-los.

“A autoridade coatora (a juíza Elizabeth Machado Louro) está, nitidamente, justificando os arbitrários meios pelos deturpados fins, impulsionada pela tradicional voz das ruas, cujo coro insiste em ecoar pela história das civilizações, perseguindo os hereges de cada era”, escreveu em trecho de sua defesa.

André França sustenta que a defesa foi “surpreendida” ao descobrir que não havia uma cópia do mandado de prisão no cartório da 2ª Vara Criminal do Tribunal do Júri. Ele acrescentou também que não teve acesso aos autos do processo. A defesa de Jairinho e Monique afirma ainda que houve obtenção ilegal de provas, pois no cumprimento dos mandados de busca no dia 26 de março, “os agentes conduzem o material apreendido em mãos, sem o devido acondicionamento e lacre”.

Monique e Jairinho foram presos na quinta-feira. Nesta segunda, ela reclamou de fortes dores na barriga e foi transferida do Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, para o Hospital Penitenciário Dr. Hamilton Agostinho de Castro, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste da capital. Segundo médicos da Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), Monique está com infecção urinária. A professora fez exames laboratoriais pela manhã e teve alva cerca de oito horas depois.

Monique deve voltar para a cadeia em Niterói ainda nesta segunda, onde permanecerá isolada em uma cela, como vem sendo feito desde o dia em que foi presa, na semana passada. Por conta da pandemia, ela e o namorado, que está preso no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8, precisam cumprir isolamento por 14 dias. No período, eles só poderão receber visitas dos advogados. Entre sexta e sábado, Jairinho também precisou de atendimento médico. O parlamentar já foi atendido pelo menos duas vezes após se sentir mal.

Perguntas ainda sem resposta

 

Como o menino foi morto? O que causou tantas lesões?

Necropsia feita no corpo de Henry mostra que ele morreu de hemorragia interna devido à laceração no fígado, causada por ação contundente. Ele também foi machucado na cabeça. Os peritos já sabem que as lesões não foram causadas por acidente doméstico.

Por que a babá não contou à polícia que Henry foi agredido?

A babá Thayná de Oliveira Ferreira avisou à mãe de Henry, Monique Medeiros, que o filho saiu mancando do quarto onde ficou trancado com Dr. Jairinho. O menino sentia dores na cabeça e na perna. A mãe de Thayná trabalha para família de Dr. Jairinho.

A avó da criança não percebeu que o neto passava por problemas?

A professora Rosângela Medeiros da Costa e Silva, avó materna de Henry, disse à polícia que Dr. Jairinho dava presentes e chocolates ao garoto. O menino passava de três a quatro noites por semana em sua casa, em Bangu.

Por que o advogado do casal acompanhou depoimentos de testemunhas?

A juíza Elizabeth Machado Louro, que decretou a prisão de Jairinho e Monique, considerou “insólito” o fato de o advogado dos acusados ter acompanhado os depoimentos da babá e da empregada do casal, que não são defendidas por ele.

FONTEEXTRA.GLOBO.COM

 

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A abertura de cadastro no RNPC vai requer uma autorização prévia do motorista (Crédito: Arquivo Agência Brasil)

Nesta segunda-feira (12), entra em vigor as novas regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Uma das mudanças é a premiação para bons motoristas.

A Lei 14.071/2020 cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), que vai cadastrar os condutores que não cometeram infração de trânsito nos últimos 12 meses. Para este motoristas, o governo federal, estados e municípios poderão dar benefícios fiscais ou tarifários.

A abertura de cadastro no RNPC vai requerer uma autorização prévia do motorista. A consulta ao registro será garantida a todos, segundo o texto.

O motorista só poderá ser excluído do cadastro de bons condutores quando tiver registrada uma multa em seu nome, o direito de dirigir suspenso, quando a Carteira Nacional de Habilitação do cadastrado estiver cassada ou com validade vencida há mais de 30 dias, ou caso o cadastrado estiver cumprindo pena privativa de liberdade.

FONTEISTOEDINHEIRO.COM.BR

 

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