Serão beneficiados 3.516 servidores, com investimento de R$ 1.023.294,52 por mês. Na progressão vertical, diferença percentual varia de 12,75% a 19,78%. "Como prometi, todo centavo economizado pela secretaria eu vou repor 100% na educação", destaca Caiado


Governador Ronaldo Caiado durante anúncio de medidas para volta às aulas presenciais e do pagamento de progressão salarial a profissionais da educação: "Ao melhorar a qualidade do ensino e a condição do professor, teremos a equação fechada" (Foto: Wesley Costa)

O governador Ronaldo Caiado anunciou o pagamento de progressões de carreira para 3.516 servidores da Secretaria da Educação, durante a apresentação do Plano de Retorno das Aulas Híbridas e do Guia de Implementação do Protocolo de Biossegurança e as Medidas Pedagógicas para Retorno às Atividades Presenciais.

 São 891 beneficiados com a progressão vertical; 2.285 servidores do magistério e 340 administrativos terão a progressão horizontal. Esses benefícios representam um investimento de R$ 1.023.294,52 por mês, pagos com recursos do Estado.

"Cada professor e professora, que já está na folha do mês de julho, vai receber o valor referente às progressões verticais e horizontais", informou o governador Caiado. "Como eu prometi, todo centavo economizado pela secretaria eu vou repor 100% na Educação. Hoje, vocês têm a progressão garantida pelo governador em todos os cursos que vocês vierem fazer", assegurou Caiado. Em contrapartida, pediu aos educadores que se dediquem a cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado.

"Vamos implantar cada vez mais o estímulo para vocês estudarem. Melhorando a qualidade do ensino e a condição do professor, teremos a equação fechada. Locais dignos, alunos tratados com dignidade, segurança e professores estimulados, com vontade de ensinar bem", arrematou o governador.

Progressão

No caso da progressão vertical, o reajuste varia de 12,75% a 19,78%. Os acréscimos significam um impacto mensal de R$ 637.602,31, na progressão vertical; R$ 298.678,29, na progressão horizontal magistério; e R$ 87.013,92, na progressão horizontal administrativo.

Para servidores com o cargo P-III, letra A, que forem para o P-IV, a diferença na progressão vertical será de R$ 425,76 na remuneração. O benefício é fruto de uma luta da atual gestão para recompensar o mérito daqueles que foram diretamente responsáveis pela primeira colocação do Estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). "Hoje é dia não de falar quanto tempo demorou, mas de dizer que acabou a espera", saudou a servidora da Seduc, Priscila Quintanilha.

As últimas progressões (vertical e horizontal) concedidas à categoria foram em abril de 2017 e abril de 2018. "Sei a importância da progressão, porque ela nos incentiva a estudar", afirmou a secretária da Educação (Seduc), Fátima Gavioli. "Ou você almoça, ou tira xerox. Essa é a realidade dos professores no Brasil, mas não pode ser a de Goiás, porque nós somos primeiro lugar em tudo", adicionou.

Quitação de dívidas
O governador também informou que o Estado está solucionando milhares de processos de diferenças salariais devidas a servidores e ex-servidores da Seduc, que tramitam desde 1994. O pagamento dessas dívidas, de responsabilidade das gestões passadas, foi definido como prioridade em 2019 e tem sido efetuado, mês a mês, ultrapassando, atualmente, R$ 53 milhões, reclamados em mais de 36 mil processos.

Só no ano de 2021, já foram pagos mais de 6,5 mil processos, no valor total de R$ 9.8 milhões. Agora, em julho, serão quitados mais 774 processos, no valor de R$ 1.444.159,46. A quitação destas diferenças salariais beneficia trabalhadores, efetivos e em contratos temporários, lotados em unidades escolares, Coordenações Regionais de Educação e nas sedes da Seduc.

Retorno com segurança
Caiado e Gavioli também apresentaram o Plano de Retorno das Aulas Híbridas e o Guia de Implementação do Protocolo de Biossegurança e Medidas Pedagógicas para Retorno às Atividades Presenciais. "Cumprimento todos que elaboraram o guia extremamente didático. Eu duvido que algum Estado do país tenha feito o que vocês fizeram", elogiou Caiado. "Acredito que já pode mandar para o ministro da Educação, que ele vai copiar e mandar para o Brasil todo." Com 41 páginas, o documento é encaminhado para todas as unidades escolares da rede pública estadual e também será disponibilizado no site da Seduc.

"Não foi fácil construí-lo, porque ninguém tem respostas prontas para a pandemia, mas nós fizemos um documento que, acredito, deixará os pais, estudantes e servidores se sentirem seguros ao ler", afirmou a secretária Fátima Gavioli.

"A gente teve uma experiência boa com as escolas que retornaram em 2020", pontuou a Superintendente de Vigilância em Saúde (Suvisa) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Flúvia Amorim. "Desde que o COE (Centro de Operações de Emergências) deliberou pelo retorno das aulas presenciais, esse protocolo traz claramente em que situação deve ser testado, em que situação o aluno ou trabalhador da Saúde deve ser afastado, e essa testagem deve seguir esses passos."

O objetivo é orientar professores e gestores sobre a importância das medidas pedagógicas e de monitoramento constante para a retomada das aulas presenciais. O guia também traz informações sobre a organização do espaço escolar e as medidas de prevenção e controle da Covid-19 durante o retorno gradual das aulas. "É imprescindível a comunicação muito afinada entre pais, trabalhadores da educação e Secretaria de Saúde, para que, na ocorrência de qualquer caso, seja notificado imediatamente para tomar as providências", completou Flúvia.

"Esse lançamento é um marco para retomada das aulas. Não dá para manter mais os estudantes em casa, sem falar em perda de aprendizagem", afirmou a Superintendente de Organização e Atendimento Educacional da Seduc, Patrícia Coutinho. "Mas o retorno não pode ocorrer se não for seguro. Para isso, o governo investiu R$ 7 milhões em EPIs e EPCs (equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletiva)", adicionou.

"Foi construído a muitas mãos, pensando um processo de retorno o mais tranquilo, humano e ético possível. É uma prática especial, neste momento de crise, legitimar sentimentos e oportunizar o pertencimento no ambiente escolar", salientou a Gerente de Segurança e Saúde do Servidor, Jaqueline Rocha Corneti.

A publicação foi elaborada com a participação das Superintendências de Gestão Estratégica e Avaliação de Resultados; do Centro de Estudos, Pesquisa e Formação dos Profissionais de Educação; de Ensino Médio; de Ensino Fundamental; de Modalidades e Temáticas Especiais; de Segurança Escolar e Colégio Militar; de Gestão Administrativa; Desporto Educacional, Arte e Educação; de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas; da Educação Infantil e Ensino Fundamental; de Infraestrutura; de Planejamento e Finanças; de Educação Integral; de Tecnologia; de Organização Pedagógica e Revisão Técnica e de Organização dos Protocolos de Biossegurança e Revisão Técnica.

Investimentos
Ao final, Caiado anunciou a entrega, no próximo sábado (24), da reforma do Palácio da Instrução, na Cidade de Goiás. O espaço, implantado por Brasil Ramos Caiado, tio-avô do governador, reunia os professores que coordenavam toda educação estadual à época. "É um privilégio retornar agora nos anos de 2020, como governador, e poder devolvê-lo a vocês. Professores merecem ficar em palácio; é assim que vocês devem ser tratados". O prédio no estilo art déco foi inaugurado em 1929 para abrigar a Secretaria Estadual de Educação na época. Com o passar dos anos e com a construção do Colégio Estadual Alcides Jubé e a quadra de esportes, o prédio mal podia ser visto por quem passava pelo local.

Por meio da Seduc, o Governo de Goiás já aplicou em recursos para fortalecer o setor educacional R$ 1,37 bilhão de 2019 a 20 de julho de 2021. A folha de pagamento não está inclusa no valor. "Ganhamos laboratório de química, física, Reformar 1 e 2, Equipar. Minha escola está redondinha. Aliás, as escolas do Estado de Goiás", observou a gestora do Cepi Luís Perillo, Cleidimar de Almeida Leite.

A gestão tem dado atenção especial à reforma de unidades de ensino, uniforme e material escolar gratuitos para alunos da rede estadual, segurança alimentar e inovação. O Programa Reformar investiu, entre 2019 e 2020, R$ 56,8 milhões em pequenos reparos e na manutenção predial das unidades de ensino da rede estadual. Já o Equipar destinou R$ 147,9 milhões às escolas públicas geridas pelo Governo de Goiás. O projeto consiste na destinação de verba para que cada escola adquira, de forma direta e descentralizada, equipamentos como computadores, materiais de laboratório e utensílios de cozinha.

Em setembro de 2020, o Estado anunciou o repasse de R$ 56 milhões para melhorias nas quadras poliesportivas de 173 unidades educacionais. Outros R$ 5,1 milhões ainda serão direcionados para realizar reformas e ampliações em 37 instituições de ensino. Com a pandemia de Covid-19, as unidades de ensino precisaram ser fechadas, mas o Governo de Goiás garante a segurança nutricional dos alunos. Foram investidos, em 2020, R$ 136 milhões no Programa de Alimentação Escolar, divididos em auxílio-alimentação (R$ 54 milhões) e aquisição de kits (R$ 82 milhões).

Presença
Também participaram o secretário de Estado Adriano da Rocha Lima (Secretaria-Geral da Governadoria); secretário Municipal de Educação de Goiânia, Wellington de Bessa Oliveira, representante do prefeito Rogério Cruz; os deputados estaduais Maycllyn Carreiro e Francisco Oliveira; o vice-prefeito da Undime Nacional, Marcelo Ferreira; o presidente do Conselho Estadual de Educação, Flávio de Castro; Alceu Ribeiro, representante do deputado Zacharias Calil; chefe da Procuradoria Setorial da Seduc, Oberdan Valle; além de servidores da pasta e outras lideranças.

O programa aprovado pela Alego  concederá benefício mensal de R$ 250 às mães vulneráveis com filhos de até seis anos de idade. Meta é alcançar cerca de 95 mil famílias goianas


Governador Ronaldo Caiado, em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (20), sobre a aprovação do projeto Mães de Goiás: "Estamos voltando a atenção para as crianças e os jovens, principalmente os mais necessitados" (Foto: Marcelo Alves.)

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (20), em segunda e definitiva votação, a criação do programa Mães de Goiás. De autoria do Governo do Estado, o projeto de lei garante assistência social e financeira às mulheres que tenham filhos com até seis anos de idade e que vivam em situação de extrema pobreza. "Estamos voltando a atenção para as crianças e os jovens, principalmente os mais necessitados", comentou o governador Ronaldo Caiado em vídeo nas suas redes sociais.

O programa concederá uma transferência de renda mensal no valor de R$ 250 às mães que se encaixarem nos pré-requisitos. A expectativa é atender cerca de 95 mil famílias. "Sempre teremos a mão forte do Estado em cada lugar que for necessário, para não admitirmos as desigualdades regionais e darmos a todo cidadão que mora em Goiás a condição de dignidade", salientou Caiado.

O tesouro estadual deve investir mais de R$ 219 milhões na execução da proposta, via Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás, o Protege Goiás. Todas as famílias contempladas com o programa de transferência de renda terão direito ao novo benefício por meio de um calendário progressivo de inclusão, a partir do mês de setembro.

O programa
O Mães de Goiás nasceu dos estudos e debates do Governo de Goiás, por meio do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), com as prefeituras e integra os trabalhos do Programa Goiás Social, ação de governo criada pelo governador Ronaldo Caiado para o enfrentamento às desproteções sociais nos municípios goianos.

A presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, destacou que a iniciativa aprovada nesta terça-feira marca o início de uma nova fase da recuperação e proteção social do Estado.

"Essa iniciativa será fundamental na nossa estratégia de proteção e desenvolvimento social. O Mãe de Goiás é um programa de transferência de renda, mas não vai ser apenas mais um programa compensatório. Ele será protetivo e focalizado na primeira infância, articulando de imediato com a educação, qualificação e com estratégias que já estão funcionando", explica a primeira-dama.

O benefício será concedido às mães em situação de vulnerabilidade social, desde que os filhos com idade escolar estejam matriculados em alguma rede de ensino e com a carteira de vacinação atualizada. Para garantir a permanência, as mulheres devem aderir aos cursos de capacitação profissional oferecidos, participar de reuniões socioeducativas, quando solicitado, e, caso gestante, realizar todos os exames relativos ao pré-natal.

As estratégias para adesão ao Mães de Goiás garantem a segurança alimentar da família, a partir do benefício financeiro e ainda condicionam a manutenção do cadastro a fatores que favorecem o acesso ao ensino infantil e à saúde. A identificação das mulheres aptas ao programa será realizada com apoio do banco de dados do Cadastro Único, do governo federal.

O período de permanência no Mães de Goiás será de 12 meses. O prazo poderá ser prorrogado por até 36 meses, desde que cumpridos os compromissos assumidos pelos beneficiários no ato de adesão.



Quase 15 mil servidores da carreira de Assistência Pública de Saúde comemoram, nesta sexta-feira (16), a sanção da Lei nº 1735/2021, que moderniza suas atividades. A assinatura do texto, de autoria do Executivo, foi feita pelo governador em exercício do Distrito Federal, deputado distrital Rafael Prudente

Fotos: Marcelo Oliveira.

Durante a cerimônia no Palácio do Buriti, Prudente também anunciou que serão encaminhados à Câmara Legislativa (CLDF) dois projetos de valorização das carreiras de servidores da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

"É uma luta de muitos anos dos servidores pela reestruturação e valorização, em especial aqueles que se prepararam e fizeram cursos de especialização"Rafael Prudente, governador em exercício

O novo texto da carreira de Assistência Pública de Saúde prevê mudanças nos requisitos de escolaridade para ingresso nos cargos públicos e cria a carreira Gestão e Assistência Pública à Saúde. As alterações não geram aumento de despesas para os cofres do Governo do Distrito Federal (GDF).

A carreira criada se dividirá em três cargos: analista em Gestão e assistência pública à saúde; assistente em Gestão e assistência pública à saúde e técnico em Gestão e assistência pública à saúde. Os três cargos totalizam 14.500 profissionais.

"É uma luta de muitos anos dos servidores pela reestruturação e valorização, em especial aqueles que se prepararam e fizeram cursos de especialização. No governo tivemos o privilégio de fazer essa importante sanção de valorização dos servidores da Saúde", destacou Rafael Prudente.

"A lei trará modernização em cargos e carreiras, possibilitando que o quadro atual e futuro de profissionais ofereça uma força de trabalho mais capacitada e um melhor atendimento para a população do DF"Osnei Okumoto, secretário de Saúde

"O objetivo da legislação é organizar toda a carreira da saúde e das carreiras que passaram a ser extintas com o tempo. A gente cria um ambiente melhor para, no momento oportuno, avançar nas pautas salariais", acrescentou o governador em exercício.

Para o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, "a lei trará modernização em cargos e carreiras, possibilitando que o quadro atual e futuro de profissionais ofereça uma força de trabalho mais capacitada e, consequentemente, um melhor atendimento para a população do DF".

A modernização beneficia profissionais como farmacêuticos, biólogos, nutricionistas, psicólogos, administradores, terapeutas ocupacionais e também assistentes e técnicos da Secretaria de Saúde.

Para o secretário de Economia, André Clemente, o governo não pode deixar de defender o serviço público em todas as oportunidades. "A política de saúde, de segurança, de educação, as sociais são imensuráveis e feitas por servidores públicos. Reconheço e defendo esse trabalho dos servidores, pois o serviço público é o oxigênio e a alma da cidade", acrescenta.

A forma de acesso a todos os cargos é o concurso público. Apenas o posto de analista exige formação de nível superior. Para os demais, é necessário o certificado de nível médio. Com a reestruturação, o GDF busca a valorização profissional e o estímulo à qualificação dos profissionais de saúde.

"São quase três décadas de luta para modernizar a carreira e os servidores serem valorizados e, assim, oferecerem melhor prestação de serviço para o paciente", comemorou a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (Sindsaúde), Marli Rodrigues.



Conviver é o ato de compartilhar experiências, e sabemos que nos dias de hoje a tarefa não é fácil



Quem vive em condomínio sabe que a situação pode ficar ainda mais desafiadora quando os moradores não possuem o hábito de se colocar no lugar do outro, a fim de avaliar quando as atitudes estão sendo coerentes com a empatia e o respeito que todos desejamos.

Ser livre é o desejo de todo ser humano e significa ter autonomia para escolher nossas ações. Há profundas reflexões sobre o tema desde a Antiguidade, o que mostra a importância do assunto. A grande questão se trata do ponto de equilíbrio na convivência com outras pessoas.

Há uma frase muito conhecida do filósofo inglês Herbert Spencer que diz que "a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do outro". Agir com empatia é tratar o próximo da forma como você gostaria de ser tratado, reconhecer os limites das nossas ações e das ações alheias para conosco. Isso fortalece a confiança em um relacionamento, além de tornar a convivência mais harmoniosa.

Mostre real interesse pelo que a outra pessoa está falando e evite qualquer tipo de julgamento, isto é, seja um bom ouvinte e pratique a escuta ativa. Faça perguntas se necessário e cheque a compreensão da mensagem. Não é preciso concordar com o que está sendo falado, mas entender que a pessoa que fala pode ter pensamentos e ideias divergentes das suas.

Tenha abertura para conhecer a realidade da outra pessoa, inclusive, escutar o que ela tem a dizer e o que não é dito, mas que pode ser percebido no tom de voz, nos gestos, expressões ou no olhar.  Dessa maneira, as ideias e opiniões são melhor expostas e o respeito prevalece.

A importância da convivência social é compartilhar a diversidade de comportamentos e opiniões. Portanto, seja em uma conversa ou situação conflituosa, o respeito deve ser uma atitude e uma escolha. Dê espaço para que o vizinho ou amigo possa conversar tranquilamente. Inclusive, grandes lições são aprendidas quando escutamos além das nossas próprias opiniões.

Observe como a mensagem está sendo transmitida. Percebeu alguém nervoso com algo? Evite formular respostas imediatas. Se posicionar no "calor do momento" nunca é o ideal. Antes de falar, analise o contexto e busque compreender o que a pessoa está sentindo. Tirar conclusões precipitadas ou criar um pré-conceito pode impedi-lo de ter uma relação amistosa com o seu vizinho, por exemplo.

A tecnologia está aí para nos ajudar, elas aproximam as pessoas e tornam a comunicação mais rápida. Porém, alguns cuidados são fundamentais quanto ao seu uso, afinal, para não criar problemas, a comunicação precisa ser assertiva.

Em um grupo de WhatsApp, por exemplo, há sempre espaço para compartilhar vivências e opiniões, mas deve ser feito com muita cautela. Um texto escrito pode deixar a informação mais clara e objetiva, mas é importante usar toda a perícia com as palavras para não causar duplo sentido ou mal entendidos.

Já uma mensagem de áudio tem maior receptividade pois transmite o tom de voz, que pode ser amistoso, porém, ao falar perdemos parte da capacidade de organização de ideias do que quando escrevemos, então exige maior cuidado para transmitir uma informação adequada.

RESPEITAR PARA SER RESPEITADO
Viver em condomínio exige muitas atitudes baseadas no respeito e na empatia. Afinal, há diversas pessoas convivendo em um mesmo local e cada uma possui pensamentos e opiniões próprias. Nunca há motivo para tratá-lo com desrespeito por ser diferente de você.

Lembre-se de que escutar e dialogar passa longe da disputa sobre quem está certo ou errado. Todo mundo tem o direito de se expressar e liberdade para expor o seu ponto de vista. Um diálogo é sempre melhor do que um monólogo.

Fique atento para evitar o uso de gírias e palavras de baixo calão para expor pensamentos e/ou sentimentos. As palavras possuem significados diferentes para cada pessoa. Exercer a empatia e o respeito são alternativas que podem desenvolver diálogos saudáveis.

Check-list da gentileza
Para ver se você está no caminho certo da gentileza e da boa convivência, marque abaixo com afirmativo ou falso as alternativas que correspondem às suas atitudes no dia a dia:

-Respeito às pessoas e as diferenças;

-Sou empático, me coloco no lugar do outro;

-Aprendo e aceito as opiniões opostas das minhas;

-Respiro, ouço e compreendo a situação antes de responder;

-Cultivo bons relacionamentos com pessoas diferentes de mim.

"Tamo junto, sempre. Junto com o homem, nosso Mito", diz Renato Gaúcho a Mourão

Novo técnico do Flamengo mandou mensagem a vice-presidente, que é torcedor do clube, e aproveitou para bajular Jair Bolsonaro, mesmo em meio à enxurrada de escândalos de corrupção de seu governo

 

Foto: Redes sociais

Renato Gaúcho, ex-jogador e treinador, recém-contratado pelo Flamengo, divulgou um vídeo nas redes sociais dizendo "estar junto de Bolsonaro, nosso Mito". A gravação é uma mensagem que foi enviada ao vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, que é torcedor fanático do clube e que usa habitualmente uma máscara com o símbolo do rubro-negro carioca.

O apoio do boleiro vem num momento de clara implosão na popularidade do presidente, que seu nome e de membros do governo serem soterrados por inúmeros escândalos de corrupção, como nos casos das compras superfaturadas da vacina Covaxin e Sputnik-V e dos áudios revelados por sua ex-cunhada que o colocam como mentor do esquema de desvio de salários de servidores dos gabinetes parlamentares da família, as rachadinhas.

As últimas pesquisas de opinião mostram também que a população vem desembarcando de seu apoio a Bolsonaro. Para 70% dos brasileiros há corrupção em sua gestão, enquanto a maior parte dos eleitores classifica o chefe do Executivo como desonesto, falso, incompetente, despreparado, indeciso, autoritário e pouco inteligente, segundo dados do Datafolha.

O novo treinador do Flamengo não é o único a admirar o líder extremista brasileiro. O zagueiro Felipe Melo, do Palmeiras, e o técnico pentacampeão do mundo com a seleção Luiz Felipe Scolari, que até enalteceu o ditador Augusto Pinochet, em 1998, também já rasgaram elogios ao atual inquilino do Planalto.

FONTE: REVISTAFORUM.COM.BR

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Deputados protocolam PEC que limita a participação de militares da ativa no governo

Cinco ex-ministros da Defesa divulgaram nota de apoio à proposta, que impõe regras para a presença de membros da Forças Armadas em cargos na administração pública

 

O general Eduardo Pazuello comandou o Ministério da Saúde entre maio de 2020 e março de 2021 | Marcelo Camargo/Agência Brasil

Parlamentares querem barrar a presença de militares da ativa no governo. A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) reuniu 189 assinaturas, 12 a mais do que o necessário, para propor uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema na Câmara dos Deputados. Se o projeto de lei for aprovado, militares da ativa que tiverem menos de 10 anos de serviço terão que pedir afastamento temporário para ocupar um cargo civil na administração pública. Da mesma forma, quem tem mais de 10 anos de serviço militar só vai assumir se passar para a reserva. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam que o número de militares em cargos civis dobrou no governo Bolsonaro. O ex-ministro da Saúde, general da ativa Eduardo Pazuello, um dos principais alvos da CPI da Covid-19, gerou polêmica ao participar de um ato político ao lado de Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro. Ele chegou a subir em um carro de som e discursar ao lado do presidente. O caso foi analisado pelo comando do Exército Brasileiro, que decidiu não aplicar uma punição, embora o Regulamento Disciplinar do Exército e o Estatuto das Forças Armadas proíbam a participação de militares da ativa em manifestações políticas. Em uma pesquisa do Datafolha publicada em 11 de junho, 58% dos entrevistados disseram que são contra a participação de militares da ativa em atos políticos e em cargos no governo federal. Cinco ex-ministros da Defesa divulgaram nota de apoio à PEC, Nelson Jobim, Celso Amorim, Jaques Wagner, Aldo Rebelo e Raul Jungmann.

FONTE: JOVEMPAN.COM.BR

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Imprensa tem dado pouca atenção, mas presidente da República está certo de que terá o apoio das Forças Armadas nas eleições de 2022; o que quer dizer o capitão nas entrelinhas?

 

O presidente Jair Bolsonaro visita as instalações do Exército | Marcos Corrêa/PR - 11/05/2021

Há determinados assuntos sérios que, muitas vezes, passam despercebidos pela imprensa. No máximo, merecem uma pequena nota e vão para o esquecimento. Não se fala mais no assunto. É o que aconteceu recentemente com um discurso do presidente Bolsonaro, durante almoço com oficiais das Forças Armadas no Amazonas, que plantou interrogações na cabeça de muita gente (pelo menos naqueles que ainda conseguem pensar nessa balbúrdia em que se transformou o país). Mas a palavra de um presidente da República sempre será uma palavra documental. Não pode ser jogada no esquecimento, como ocorreu. Foi exatamente no dia 27 de maio, uma quinta feira. Uma declaração séria. Hoje as palavras têm várias interpretações. Uma pior que a outra. Isso é fruto da desarmonia em que o país está mergulhado. O capitão começou a falar sobre as eleição presidenciais de 2022, sugerindo que os militares ficarão ao seu lado. Basta analisar o que aconteceu no Brasil nos últimos 20 anos, recomendou.

Bolsonaro observou que os militares são "seres políticos" e que o futuro do país depende deles. Não depende de mais ninguém, apenas dos militares. Daí repetiu que a o Exército, a Marinha e a Aviação estarão ao seu lado, analisando a vida do país nos últimos 20 anos, a maior parte sob a administração do PT. O presidente referiu-se à polarização e não foi genérico, dirigiu-se diretamente aos militares, adiantando que, depois de uma análise das últimas duas décadas, as Forças Armadas não vão errar em 2022. Bolsonaro acredita que as eleições presidenciais serão decididas entre ele e o ex-presidiário Luiz Inácio da Silva, a quem, dias antes, tinha chamado de "bandido que tem um dedo a menos". Um ladrão de nove dedos. Também chamou o rival de "filho do capeta". Nessa ocasião, afirmou que se Lula voltar a dirigir o país, nunca mais deixará o poder. Na sua live dessa mesma quinta-feira, 27 de maio, imitando a voz do petista, o presidente voltou a chamá-lo de ladrão, afirmando que não falará mais seu nome. Só vai tratá-lo por "ladrão".

Olhando firmes nos olhos dos oficiais militares, Bolsonaro disse que o Brasil quer paz, progresso e, acima de tudo, liberdade. E é exatamente o item "liberdade" que passa pelas Forças Armadas, compete a elas, como em qualquer outro país do mundo, decidir como o povo vai viver. O presidente explicou que trata-se de uma missão dada por Deus e por isso é preciso aproveitá-la, no bom sentido. Essa conversa aconteceu em São Gabriel da Cachoeira, para onde o presidente viajou acompanhado do ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, e do comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. No seu discurso, o presidente lembrou as conversas frequentes que tem com Braga Netto sobre a situação do país e foi claro: os militares podem ser necessários para assegurar o retorno à normalidade. Observou que, mais do que uma obrigação, por dever, as Forças Armadas atuarão dentro das quatro linhas da Constituição, se for necessário. Bolsonaro explicou que o país está distante da realidade, mas ninguém poderá acusá-lo de não ser um democrata.

Na mesma quinta-feira, o governador de São Paulo, João Doria, usou a rede social para comentar a fala do presidente. E escreveu como se não bastasse a incompetência generalizada do seu governo desastroso, Bolsonaro volta a ameaçar a democracia no Brasil, acrescendo que, no entanto, essa índole autoritária tem o repúdio dos brasileiros de bem que condenam a tentativa de violar a Constituição. Doria concluiu sua mensagem contundente, dizendo: "Cala-te, Bolsonaro!". Esse episódio foi noticiado, digamos, de maneira normal. Não mereceu muita importância. Ou parece não ter merecido. No entanto, as palavras do presidente provocam muitas interrogações nas poucas cabeças pensantes no país. Bolsonaro estaria anunciando alguma medida drástica, dizendo contar com a ajuda das Forças Armadas? Um enfrentamento decisivo aos adversários da esquerda, a quem ele chama de "canalhada"? Esse discurso de Bolsonaro guarda muitos mistérios. Basta ler com atenção.

FONTE: JOVEMPAM.COM.BR

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